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Quais as diferenças entre dólar digital e dólar tradicional

18 de junho de 2025 |

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O dólar digital vem ganhando destaque como uma alternativa moderna e eficiente para transações internacionais. Empresas e investidores enxergam nessa inovação uma oportunidade de reduzir custos, aumentar a velocidade das operações e ampliar a integração com o mercado financeiro global. 

Apesar das vantagens, ainda existem dúvidas em relação à segurança, regulação e confiabilidade do dólar digital, especialmente quando comparado ao dólar tradicional (ou fiduciário). A pergunta que muitas pessoas fazem é: vale a pena migrar parte das operações para o formato digital? 

Para tomar essa decisão com segurança, é essencial entender as principais diferenças entre dólar digital e dólar tradicional, além de avaliar os riscos e as oportunidades de cada um. Saiba mais! 

O que é o dólar “tradicional”? 

O dólar americano (USD) é a moeda oficial dos Estados Unidos e uma das mais utilizadas no mundo. Considerado a principal moeda de reserva global, ele desempenha um papel central em operações de comércio exterior, contratos internacionais e decisões de política monetária. 

Sua estabilidade, alta liquidez e aceitação internacional fazem do dólar tradicional um dos pilares do sistema financeiro global. Por isso, ele é amplamente utilizado por empresas, governos e investidores em negociações internacionais, formação de reservas cambiais e contratos de longo prazo. 

As operações com o dólar tradicional são intermediadas por bancos, corretoras e instituições financeiras autorizadas, que seguem normas rígidas de regulação local e internacional, como as impostas pelo Federal Reserve (Fed) e por órgãos de controle financeiro. 

Entre os principais usos do dólar fiduciário estão: 

  • importações e exportações; 
  • contratos de serviços internacionais; 
  • pagamentos de remessas e transferências; 
  • investimentos em ativos atrelados ao dólar, como títulos do tesouro americano; 
  • proteção cambial em momentos de instabilidade econômica. 

Essas operações normalmente envolvem certas burocracias, custos operacionais e tributação, já que precisam ser formalizadas, registradas e reportadas aos órgãos competentes. 

Como o dólar digital funciona? 

O dólar digital, representado por stablecoins como o USDB, é uma versão digital do dólar americano baseada em tecnologia blockchain. As stablecoins são criptomoedas com valor atrelado a um ativo estável que combinam a estabilidade do dinheiro fiduciário com a eficiência das finanças digitais. 

No caso do USDB, stablecoin emitida pelo Braza, cada unidade equivale a exatamente 1 dólar americano. Essa paridade é garantida por um lastro em ativos de alta liquidez, custodiados por instituições financeiras confiáveis e auditáveis. 

Diferente das moedas tradicionais, o dólar digital opera sobre a blockchain, uma infraestrutura tecnológica que: 

  • elimina intermediários financeiros; 
  • permite transações quase instantâneas; 
  • reduz significativamente os custos operacionais; 
  • oferece rastreabilidade e transparência, por meio do registro público e imutável das transações. 

Essa estrutura torna o dólar digital especialmente atrativo para empresas e pessoas que buscam eficiência em pagamentos e transferências internacionais.  

Quais são as principais diferenças entre dólar digital e o tradicional? 

O dólar digital e o dólar tradicional diferem em diversos aspectos estruturais, tecnológicos e operacionais. Entender essas diferenças é fundamental para identificar qual modelo atende melhor às necessidades da sua empresa. 

Confira os principais pontos de comparação! 

Meio de circulação e intermediação 

O dólar tradicional circula por meio de bancos e instituições financeiras, exigindo intermediação humana, burocracia e a observância de regras regulatórias. Cada transação depende de aprovação, prazos e limites impostos por órgãos reguladores. 

Já o dólar digital utiliza a blockchain como base tecnológica, permitindo transações diretas entre usuários (peer-to-peer). Essa estrutura elimina a necessidade de intermediários financeiros e acelera as movimentações. 

Custos envolvidos 

Operar com o dólar tradicional envolve taxas bancárias, tarifas de câmbio, Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e outros encargos regulatórios. Esses custos podem impactar o resultado de operações internacionais. 

Com stablecoins como o USDB, muitos desses custos são reduzidos ou eliminados. A ausência de intermediários diminui tarifas, e não há incidência de IOF (até junho de 2025), o que torna o modelo mais econômico. 

Velocidade, flexibilidade e segurança 

As transações com dólar tradicional obedecem ao horário comercial dos bancos, e os prazos variam conforme o tipo de operação e o país envolvido. Já com o dólar digital, transferências podem ser feitas em segundos, inclusive em fins de semana e feriados, com liquidez praticamente instantânea. 

Dólar digital é seguro mesmo? 

Sim, desde que emitido por instituições confiáveis e com práticas transparentes. O USDB, stablecoin emitida pelo Braza, é lastreado integralmente em ativos reais, como dólares americanos ou equivalentes de alta liquidez, que ficam sob custódia de instituições terceiras com reputação consolidada no mercado. 

Para reforçar a transparência, o Braza publica relatórios regulares com dados detalhados sobre o lastro, auditados por empresas internacionais independentes. Isso garante que cada unidade de USDB em circulação esteja devidamente respaldada, evitando emissões descontroladas ou riscos de desequilíbrio financeiro. 

Além disso, o Braza segue normas de reguladores do mercado em suas operações de câmbio, ao mesmo tempo em que adota boas práticas do mercado cripto para garantir conformidade e segurança jurídica.  

A empresa também oferece suporte especializado e atendimento voltado para o público empresarial, o que traz mais confiabilidade à operação. 

O USDB opera na XRP Ledger, uma blockchain reconhecida por sua eficiência, velocidade e baixo consumo de energia. Cada transação é registrada de forma pública e imutável, o que impede fraudes, facilita auditorias e assegura total rastreabilidade.  

Dessa forma, o usuário tem controle completo sobre suas operações, com máxima transparência e sem depender de autorização de terceiros. 

O dólar digital veio para substituir o tradicional? 

O dólar digital não surgiu para substituir o dólar tradicional, e sim para complementá-lo. Cada modelo tem seu papel, que pode variar conforme o seu perfil, o tipo de transação e o nível de agilidade ou formalização exigido.  

Enquanto o dólar tradicional ainda é amplamente utilizado em contratos, declarações fiscais e operações que exigem respaldo jurídico, o digital oferece uma alternativa mais eficiente para transações rotineiras. 

Pessoas que valorizam velocidade, facilidade de uso e menor custo encontram nas stablecoins, como o USDB, uma alternativa eficiente para movimentar seu dinheiro de forma segura e transparente. Com a evolução da tecnologia e das regulamentações, o uso das moedas digitais está se tornando cada vez mais comum e acessível. 

A adoção do dólar digital pode ser feita de maneira simples e segura, começando com pequenas transações para quem está testando a novidade. O processo para adquirir USDB é fácil e direto pelo Braza On.